Hoje é meu aniversário. E, em vez de parabéns, pererê, caixinha de fósforo, eu gostaria de receber o seguinte presente seu:

Eu gostaria de saber a respeito de uma certeza que você adquiriu na vida e sobre a vida e que sustenta por agora. Se você não é de sustentar certezas, que ao menos me conte uma de suas suspeitas, por favor.

Aproveite a multiplicidade de linguagens que a internet oferece e dê este meu presente da maneira que se sentir mais confortável, da maneira que conseguir melhor se expressar: aceito relatos, fábulas, máximas, excertos de trechos, letras de música, mp3, vídeos, links — o que for possível enviar-me por email, para o brenofernandes (at) gmail.com

Muito obrigado e, eu sei, feliz aniversário para mim. Para você também.

Obrigado,

B.

Simpático leitor, bonita leitora,

Ando sumido, eu sei, mas o motivo é justo: nos últimos meses, eu e o resto da galera que faz parte do Coletivo Muito Barulho Por Nada vínhamos ensaiando uns pocket shows com nossa mescla de literatura e música. A partir deste fim de semana, começamos a apresentá-lo.

A estreia não podia ser melhor: estaremos, neste sábado, 21/11, na Balada Literária, em São Paulo. A convite do amigo Marcelino Freire, nos apresentaremos na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em Pinheiros, junto com os coletivos Urros Masculinos (Recife) e Poesia Moloqueirista (São Paulo), em intervenções rapidinhas entre as mesas de debate nas quais estarão presentes os poetas Chacal, Nicolas Behr, Dani Umpi e Michel Melamed. A partir das 19h.

Já no dia 27/11, sexta-feira, participaremos do lançamento da Revista Fraude, da Faculdade de Comunicação da UFBA, no River’s Pub (Rio Vermelho), junto com a foderosa Quarteto de Cinco. Também a partir das 19h.

Os dois eventos têm entrada franca. A gente se vê, né?

123456789

August 7, 2009

Hoje é 07/08/09. Logo mais, às 12h34min56seg, a hora e a data formarão a sequência 123456789. É o que eu e outros estamos chamando no Twitter de #123456789Moment — apesar de me dar conta, agora, de que, como os norte-americanos trocam o mês pelo dia, o deles já passou. O fato é que será um momento único em nossas vidas. Tá, você pode alegar que todos os momentos são únicos, mas colabore, vá. Porque o lance fica interessante quando você inventa de marcá-lo com alguma coisa, e logo pensa: ei, mas o que é possível fazer em 1 segundo para torná-lo inesquecível? Hein?

Notícias

April 16, 2009

Olá, bonitos leitores.

Que sacanagem, a minha, deixar vocês sem posts durante quase dois meses, hein?

É que eu tive um raro problema de saúde. Aos 22, fui diagnosticado com osteoporose, no quadril esquerdo. “Até na doença você é precoce”, gozou uma amiga. Os médicos não sabem como diabos isto aconteceu, o diagnóstico foi tão surpreendente que eu devo ser um dos principais temas das rodas de conversa do Clube dos Médicos da Bahia atualmente. Desconfia-se que eu carrego um gene de uma doença muito pancadona, chamada osteogenesis imperfecta (pelo menos o nome é charmoso, se for isto mesmo, mando tatuar). Veja bem, não que eu tenha a doença, que originalmente provoca deformação óssea assim que a pessoa nasce — ao que parece, a osteoporose seria uma forma branda de a doença se manifestar, quase uma sequela por tão-somente postar o gene. Nada foi confirmado, efetivamente. O fato é que estou de muletas desde janeiro, e a previsão atual é que não me livre delas até junho. Além desta medida de precaução, meu tratamento está sendo feito à base de comprimidos de cálcio e de um medicamento relativamente novo, Actonel. Nem queiram ver a lista de possíveis efeitos colaterais. Mas até então tem dado tudo certo, a inflamação cedeu bastante e não sinto mais dores. A única parte chata é que é preciso, após ingerir o remédio, ficar meia-hora de pé, para evitar uma esofagite. Agora, imagine quão agradável era ficar em pé estando de muletas, terminantemente proibido de pôr peso sobre a perna doente? PQP! Agora, pelo menos, estou liberado para, vezenquando, usar apenas uma muleta, que eu tratei de substituir por uma bengala, no melhor estilo Dr. House. Falta só aprender a girá-la feito uma baqueta.

Agora que você está compadecido com o meu drama, nem preciso explicar que, em tese, eu deveria era ter aproveitado este tempo de bastante repouso para postar mais, mas que enjoei rapidinho do ex-novo template do blogue, que era muito vivo, nada condizente com minha natureza sóbria e algo pra baixo. O novo layout, ainda em construção, acabou sendo muito parecido com o primeiro. No post inaugural desta versão 2.0, fiz um discurso bonito sobre as mudanças. Caí no clichê das promessas de Ano Novo. Até!