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	<title>abre parêntese ( &#187; YouTube</title>
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		<title>Atoladinha: um metarrefrão microtonal e polissemiótico</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 13:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar de já estar bastante gasta, não há outra palavra a não ser GENIAL para explicar a performance de Tomzé nesta entrevista ao Programa do Jô, explicando porque Atoladinha tem um &#8220;metarrefrão microtonal e polissemiótico&#8221;:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de já estar bastante gasta, não há outra palavra a não ser GENIAL para explicar a performance de Tomzé nesta entrevista ao Programa do Jô, explicando porque <em>Atoladinha</em> tem um &#8220;metarrefrão microtonal e polissemiótico&#8221;:</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hubD31XaHqU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hubD31XaHqU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>“I will be your tootsie wootsie…”</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 01:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>
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		<category><![CDATA[Judy Gardand]]></category>
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		<category><![CDATA[Meet Me In St. Louis]]></category>
		<category><![CDATA[Musical]]></category>
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Ainda Seremos Felizes (Meet Me In St Louis, 1944) é um dos meus filmes favoritos. É um musical dirigido por Vincente Minnelli, estrelando Judy Garland. Inclusive, o casamento deles foi depois deste trabalho, o que sempre me deixa em dúvida em relação ao foco de maior inveja para com Minnelli: por ter feito este filme [...]]]></description>
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<p><em>Ainda Seremos Felizes</em> (<em>Meet Me In St Louis</em>, 1944) é um dos meus filmes favoritos. É um musical dirigido por Vincente Minnelli, estrelando Judy Garland. Inclusive, o casamento deles foi depois deste trabalho, o que sempre me deixa em dúvida em relação ao foco de maior inveja para com Minnelli: por ter feito este filme ou pela oportunidade de ter Judy cantando ao seu ouvido durante seis anos?</p>
<p>É uma história simples: uma família composta por pai, mãe, avô, quatro filhas e um rapaz, além da empregada, vive feliz e cantante em St. Louis, onde todo ano acontece uma mega Feira Mundial. Naquele ano de 1944, o evento mal começara a ser organizado e já estava dando o que falar. Mas o pai recebeu uma oferta de trabalho em Nova Iorque e anunciou que todos se mudarão para lá depois do Natal (e antes da Feira).</p>
<p>O filme deu duas grandes contribuições para o gênero musical: a primeira foi ter tirado as tramas dos palcos da Broadway; a segunda, ter transformado as canções em elementos narrativos. Porque até então elas eram usadas de forma mais solta — por exemplo, o personagem entrava em um bar, e neste havia um palco, no qual um show estava sendo feito. Vide a letra da canção que Garland canta enquanto observa o novo vizinho, por quem está apaixonada:</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OWqsSnxGDTE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OWqsSnxGDTE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br \>Ainda Seremos Felizes<em>: Judy Garland canta</em> The Boy Next Door</p>
<p><br \><em>Agora Seremos Felizes</em> é todo perfeito: a montagem tem um ritmo legal; o cenário é deslumbrante; a fotografia, idem; e a atuação é digna de aplaudir-se de pé, especialmente a da garotinha Tootie, interpretada por Margaret O’Brian. O papel lhe rendeu até um mini-Oscar.</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/w82px9UBntQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/w82px9UBntQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br \>Ainda Seremos Felizes: <em>Judy Garland e Margaret O&#8217;Brian cantam</em> Under the Bamboo Tree</p>
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		<title>Dream of Californication</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 06:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>
		<category><![CDATA[Californication]]></category>
		<category><![CDATA[David Duchovny]]></category>
		<category><![CDATA[Hank Moody]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Kapinos]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de esperar dez temporadas de Arquivo-X na expectativa de vê-lo dando uns pegas na Scully, depois de me decepcionar com o insosso beijo sem língua que eles trocam no final do último episódio, qual não foi minha surpresa ao ver o Ag. Mulder (David Duchovny), no piloto da série Californication (2007-), tendo sonhos eróticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://abreparentese.com/wp-content/uploads/2009/04/hankmoody.jpg" align="left" width="267" height="400" />Depois de esperar dez temporadas de <em>Arquivo-X</em> na expectativa de vê-lo dando uns pegas na Scully, depois de me decepcionar com o insosso beijo sem língua que eles trocam no final do último episódio, qual não foi minha surpresa ao ver o Ag. Mulder (David Duchovny), no piloto da série <em>Californication</em> (2007-), tendo sonhos eróticos com freiras e pegando ninfetas de 16? Sensacional.</p>
<p>Em <em><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0904208/">Californication</a></em>, criado por Tom Kapinos (<em>Dawson&#8217;s Creek</em>), Duchovny é o escritor Hank Moody, um maldito, cuja vida degringolou após deixar a cinzenta Nova Iorque pela ensolarada Los Angeles, para trabalhar na adaptação de seu best-seller, <em>God Hates Us All</em> (<em>Deus Odeia Todos Nós</em>), e vê-lo ser transformado em uma comédia romântica com o ridículo título de <em>This Crazy Little Thing Called Love</em> (<em>Essa Coisinha Chamada Amor</em>). Fossem outros os tempos, Moody, esse &#8220;cara analógico num mundo digital&#8221;, talvez resolvesse se vingar de Hollywood com um romance ácido, mas o problema &#8212; o problema maior, de fato &#8212; é que ele está na crise da meia-idade, e tenta o tempo inteiro revertê-la, ou melhor, esquecê-la, entorpecendo-se com álcool e cigarros; sobretudo após a mulher da sua vida, Karen (Natascha McElhone), ter se separado dele para ir morar com outro, levando junto a sua adorada filhinha gótica Becca (Madeline Zima), 12.</p>
<p>Eu até me enveredaria por uma comparação de Moody com <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Bukowski">Bukowski</a>, mas, para ficar no universo de séries, em algum grau, ele lembra também o dr. House. Ambos são personagens inteligentes, de ironia refinada, solitários e com um problema que só eles podem resolver, embora este problema seja a origem do seu charme. Mas<em> Californication</em> tem uma estética mais <em>underground</em>, tosca, desde a <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=cGviLrbAz80">abertura</a> com imagens em super-8 (?); seus personagens são mais caricatos &#8212; destaque para o punheteiro Charlie Runkle (Evan Handler), agente de Moody, e sua esposa Marcy (Pamela Adlon), com seu molejo de Queen Latifa branca &#8211;; e o sexo é sempre um dos temas principais, com cenas de nu e piadas sobre paus, xoxotas e orgasmos. Ah, as piadas! Os diálogos são muito, muito bons. As cenas de Moody com Becca, que é uma versão em miniatura do pai, são antológicas.</p>
<p>Não sei como anda a repercussão da série, que parte para a terceira temporada agora em 2009. Aqui se fala pouco. Os três ou quatro fãs que conheci eram, como eu, caras que, sob algum aspecto, se identificavam com o protagonista. Tudo bem. Moody gostaria de saber que ele é Lado C.</p>
<p align="center"><br ><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4zarPHvSd1A&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4zarPHvSd1A&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br >Californication:<em>cenas selecionadas do piloto</em></p>
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		<title>I&#8217;m throwing my arms around Paris</title>
		<link>http://abreparentese.com/2009/02/morrisey-refusal-of-years/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 17:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>
		<category><![CDATA[morrissey]]></category>
		<category><![CDATA[videoclipe]]></category>

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		<description><![CDATA[Sonhei que fazia um post colocando o vídeo abaixo; como não sou de desobedecer meu inconsciente&#8230;

Refusal of years tem sido o disco que mais ouço neste começo de ano. Nunca prestara muita atenção ao trabalho de Morrissey, mesmo na sua época de The Smiths. Seu nome me era familiar apenas pelas inúmeras referências que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sonhei que fazia um post colocando o vídeo abaixo; como não sou de desobedecer meu inconsciente&#8230;</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sCXdrc5xDY8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sCXdrc5xDY8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><em>Refusal of years</em> tem sido o disco que mais ouço neste começo de ano. Nunca prestara muita atenção ao trabalho de <a href="http://www.myspace.com/morrissey" target="_blank">Morrissey</a>, mesmo na sua época de The Smiths. Seu nome me era familiar apenas pelas inúmeras referências que o Renato Russo fazia a ele. Ouvi <em>I&#8217;m throwing my arms around Paris </em>por um link disponibilizado via Twitter e achei-a linda, tocante. O disco inteiro é muito bom, é cheio, envolvente; apesar de não ter nada soando a novidade, nada experimental, tudo é tão bem carrilado que o álbum, mesmo sendo deste ano, tem um ar de clássico do rock. Vale ainda destacar as letras de Morrissey, com uma profundidade rara de se encontrar hoje em dia nas canções em inglês. <em>I&#8217;m throwing&#8230;</em> entra não somente pelo sonho, mas por mostrar todas as caraterísticas mencionadas aqui. Aumenta o som e canta junto.</p>
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